O seguro de vida traz segurança financeira às pessoas que você ama e quer proteger — legalmente chamadas de beneficiárias — caso algum imprevisto fatal aconteça com você.

Se você morrer antes que seus filhos ou dependentes alcancem a autonomia financeira, o seguro de vida proverá a quantia de dinheiro necessária para que o seu beneficiário se estabeleça, sem abandonar os sonhos que vocês construíram juntos. 

Ou seja, seguro de vida vale à pena, sim.

Seguro de vida é caro?

Sim e não. 

Sim, porque existem seguradoras desatualizadas que enchem a sua apólice de seguro com coberturas que provavelmente não te atendem ou não são adequadas ao seu estilo de vida. Essa prática serve somente para encarecer o valor da sua mensalidade — o que chamamos de prêmio.

E não, o seguro de vida não é caro. Existem seguradoras digitais e insurtechs que utilizam a tecnologia para facilitar a contratação e permitir uma precificação justa.

Aqui você contrata exatamente a cobertura que deseja: seguro de vida, seguro doenças graves, seguro invalidez, etc; de forma conjunta ou separada, da forma que você preferir.

Além, claro, da facilidade de contratação. Quer dizer, na Azos você não precisará gastar uma fortuna com documentos e exames médicos como em outras seguradoras.

Com a seguradora certa, o seguro de vida cabe no seu bolso.

Seguro de vida pode ser usado somente em morte?

Sim, no caso do seguro de vida, ele cobre apenas uma fatalidade. Porém, há outras coberturas que podem acompanhar o seguro de vida. Como o seguro doenças graves e o seguro invalidez total permanente, que cobrem outros tipos de riscos.

Quer conhecer melhor nossas coberturas? Fale com um especialista Azos agora.

Só herdeiros são beneficiados?

Na verdade, herdeiros não podem ser confundidos com beneficiários. Quem recebe a herança é herdeiro e quem recebe a indenização do seguro é beneficiário. Explicamos melhor:

O seguro de vida não é uma forma de herança. Ele é um serviço ofertado por uma empresa, contratada pelo segurado, para fornecer uma indenização a pessoas específicas e de acordo com a vontade do próprio contratante. 

A indenização do seguro de vida, aliás, pode ser deixada inclusive para uma pessoa jurídica, caso o titular queira ainda contribuir com a empresa que construiu. 

A indenização não é como um bem do segurado falecido. Por isso, o seguro de vida não faz parte do inventário ou de qualquer transferência de patrimônio. 

Portanto, os herdeiros são beneficiados por um seguro de vida somente se forem nomeados como beneficiários pelo contratante da cobertura.

Seguro de vida é para quem tem filhos ou é mais velho?

Seguro de vida é para quem tem dependentes financeiros. 

Se você tem filhos, mas todos estão muito bem encaminhados, com carreira e renda próprias, não há qualquer necessidade de contratar um seguro de vida.

Por outro lado, se você é mais velho, mas ainda tem pessoas e entes queridos que dependem da sua renda, você deve considerar ter um seguro de vida. 

Mas, se você achar adequado contratar uma apólice de seguro de vida para auxiliar seus familiares com os processos de inventariação, funeral e outras formalidades obituárias, com certeza será uma ajuda e tanto, uma vez que esses processos não são nem um pouco baratos. 

Quem tem patrimônio não precisa de seguro de vida?

Ter ou não um patrimônio não elimina a necessidade de ter um seguro de vida. 

Os dependentes são assim chamados por dependerem da renda de alguém e não do patrimônio. Normalmente, o processo de partilha do patrimônio entre os herdeiros é demorado, e o processo de transferência da propriedade também.

Esse prazo se estende ainda mais quando o assunto envolve as medidas obituárias: inventariação, avaliação, transferência patrimonial e por aí vai. Isso se mantiver extrajudicial, porque se alguém contestar parte na herança e o processo for pra justiça, a coisa fica feia, e ainda mais lenta! 

Nesse meio tempo,  os dependentes podem ficar à mercê de tais processos e bastante comprometidos financeiramente. É comum, inclusive, encontrar pessoas que se endividaram com empréstimos para dar seguimento à inventariação.

No seguro de vida o processo é mais simples e rápido e não envolve os procedimentos típicos de uma herança. O seguro de vida provém o dinheiro necessário para que seus dependentes não tenham que mudar o estilo de vida que vocês construíram juntos e aguardem com conforto até o resultado da herança.

Se já tenho um seguro de vida pela empresa, ainda preciso ter o meu individual?

Com certeza! Você não deve contar apenas com o seguro da empresa. O motivo é simples: se você for desligado ou mudar de emprego, esse seguro deixará de valer, seja qual for a sua contribuição ao longo dos anos de serviço.

Outra razão é que o valor da cobertura do seguro de vida da empresa, em geral, é baixo. Ele é insuficiente para cobrir todas as suas despesas familiares, o que pode levar sua família ao endividamento se alguma coisa acontecer com você.

Portanto, procure incrementar a cobertura da empresa com um seguro de vida pessoal que seja de 10 a 15 vezes a sua renda anual.

Afinal, o seguro de vida vale à pena?

Se você tem dependentes financeiros (filhos, irmãos, pais idosos) ou quer ajudar a sua empresa caso você morra, o seguro vale à pena — e muito!

O seguro de vida deve ser pensado como uma forma confiável e eficiente de proteger o futuro de quem você ama.

Garanta a segurança financeira de quem você ama hoje, contrate um seguro de vida com a Azos.