Se você pensa em contratar um seguro, provavelmente já se perguntou: como as seguradoras pagam as indenizações e ainda conseguem ter lucro? Afinal, elas são uma empresa que precisa faturar para continuar em operação. 

Entender mais sobre o assunto ajuda a compreender como funciona o universo de seguros, e também pode te auxiliar a escolher uma boa seguradora (ou corretora de seguros) para ter uma vida mais tranquila.

Para desvendar esse mistério, este artigo explica com detalhes como funciona a relação das empresas de seguro com as coberturas e as finanças. Continue a leitura e entenda!

O que é uma seguradora?

Antes de saber mais sobre o assunto, vale entender alguns conceitos que são a base desse mercado. Primeiramente, o seguro pode ser definido como um contrato entre uma pessoa e uma seguradora, intermediado ou não por um corretor. 

A Azos, por exemplo, é uma corretora que desenvolve produtos exclusivos em parceria com a Excelsior Seguros. É possível saber mais sobre a Azos por aqui

A seguradora é um tipo de empresa que atua no mercado financeiro e emite apólices de seguros. Ela pode segurar bens materiais, como imóveis e veículos, até a própria vida do segurado.

Na prática, a instituição concorda em assumir certos riscos, durante um determinado período de tempo, em troca de um pagamento em dinheiro. Esse valor pago à seguradora é chamado de prêmio, cuja quantia varia conforme a cobertura. 

Em casos de sinistro, a seguradora se responsabiliza por cumprir os termos da indenização previstos na apólice - que é o documento que formaliza o contrato de seguro. Por isso, os prêmios recebidos sem que a seguradora precise arcar com um sinistro permitem a criação de reservas para pagar as indenizações.

Como funciona?

Para além das coberturas e tipos de seguro, entender como uma seguradora funciona permite compreender como ela ganha dinheiro. Sua atuação pode ser dividida em duas atividades principais:

  • emissão das apólices;
  • pagamento da indenização prevista no documento.

Para emitir a apólice, a seguradora realiza uma complexa análise de risco individual. Por esse motivo, duas pessoas que desejam contratar um seguro para proteger o mesmo bem podem receber propostas distintas. Afinal, isso dependerá do perfil de risco de cada uma delas.

Na prática, a análise considera as chances de que um determinado sinistro aconteça com o futuro segurado. Depois, é feita uma relação entre a probabilidade identificada e o preço que deve ser cobrado pela cobertura. Ao final, a seguradora também define se é financeiramente viável emitir a apólice.

Isso porque a seguradora espera que um risco alto seja compensado com maior remuneração. Para entender melhor, imagine alguém que deseja proteger seu veículo contra roubos e furtos, mas frequentemente expõe seu carro ao risco de sinistro.

Nesse caso, essa pessoa precisará pagar um prêmio mais alto pela apólice, para compensar o fato de que há maior probabilidade de a seguradora ter que pagar a indenização em razão de roubo ou furto. Dependendo do valor do pagamento previsto na apólice, ela pode não ser interessante para a seguradora.

O que a Azos fez para tornar as mensalidades mais justas é inovador, mas bem simples: usou a tecnologia. 

Diferente de outras empresas que atuam no mercado utilizando dados antigos para avaliação de riscos, a Azos atualiza periodicamente todas as informações necessárias para análise. Assim, é possível precificar os seguros de forma mais inteligente e próxima da realidade atual. 

Como funciona o pagamento das coberturas?

Se a emissão da apólice for um processo viável para a instituição, o contrato pode ser fechado entre as partes. Com isso, o segurado começa a pagar o prêmio, já que o direito à indenização só começa após o pagamento da sua obrigação, conforme o que foi acordado.

Após a emissão da apólice, a seguradora fica responsável por pagar as indenizações, conforme as condições contratuais. 

O sinistro pode ou não ocorrer. Se isso não acontecer, a seguradora não precisa pagar nada e, dependendo do tipo de seguro contratado, o segurado não tem o direito de reaver o valor do prêmio.

No entanto, antes do pagamento da indenização, existe outro processo de análise:  a seguradora solicita alguns documentos sobre o sinistro e faz uma perícia. Esse processo permite avaliar se realmente ocorreu aquela situação que é prevista e assegurada pela apólice. O objetivo desse processo é afastar os riscos de fraudes do seguro

Vale saber, também, que a cobertura varia de acordo com a apólice. Um seguro de pessoas, como um seguro de vida, por exemplo, pode cobrir apenas morte acidental ou qualquer tipo, como é o caso da Azos. Assim, o pagamento da indenização ocorre tanto diante da morte causada por doenças ou por acidente.

Existem também outros tipos de seguro de pessoas, que cobrem um diagnóstico de doença grave (prevista na apólice) ou uma situação de invalidez - em que há uma diferença entre invalidez por acidente e por doenças.

Outra possibilidade de cobertura para os seguros de pessoas é a assistência funeral. Essa alternativa contempla as despesas e oferece suporte à família num momento tão delicado como esse, já que existem diversos custos e burocracias envolvidas no procedimento. 

Como as seguradoras ganham dinheiro?

Depois de conhecer mais sobre o funcionamento dos seguros, é possível entender como as empresas do ramo ganham dinheiro.

Para que a seguradora consiga pagar as indenizações, ela conta com um fundo composto pelo total dos prêmios de todos os segurados. A seguradora retira, então, a quantia destinada a pagar as coberturas, além das despesas administrativas, comerciais e tributárias.

Assim, ao precificar o seguro, a empresa inclui no valor do prêmio uma determinada porcentagem para o lucro. Se a apólice for corretamente precificada, o processo ocorre de maneira simples, com todas as contas sendo pagas com boa margem de acerto.

No entanto, em casos de erros nas análises, a seguradora pode não ter lucro ou, ainda, ter que usar recursos próprios para completar o fundo. Por outro lado, se o ganho é excessivo, também existe a possibilidade de ela reduzir o preço do seguro para se tornar mais competitiva e acessível.

Cabe ressaltar que a seguradora não se preocupa com o seguro individual de cada contrato. Ela trabalha com o sinistro médio: isso significa que ela tem em vista todos os sinistros ocorridos em um determinado período. Normalmente, é considerado o ano fiscal para essa avaliação.

Agora que você sabe como as seguradoras conseguem pagar as coberturas do seguro e ainda ganhar dinheiro, fica mais fácil entender como essas empresas atuam, como definem o valor do prêmio das apólices e porque a Azos é mais em conta.

Gostou do conteúdo e quer saber mais sobre seguros? Então aproveite e entenda o que acontece quando os seus beneficiários são menores de idade!