As enfermidades não atingem apenas o corpo — também existem doenças que afetam o psicológico. Esse é o caso da depressão, uma doença bastante séria e que precisa de cuidados específicos. Afinal, ela pode ser silenciosa e difícil de diagnosticar.

Se não for tratada corretamente, a depressão pode ser tão letal quanto as doenças físicas. Nesse sentido, o assunto leva à outra discussão: afinal, o seguro de vida cobre essa doença da alma? Se a pessoa tirar a própria vida, os beneficiários terão direito à indenização prevista na apólice?

Para solucionar tais questões, este artigo explicará se o seguro de vida cobre depressão. Continue a leitura e entenda!

O que é depressão?

Primeiramente, é importante saber que a depressão é uma doença mental crônica e recorrente que gera alterações no humor. Ela costuma ser caracterizada por tristeza profunda associada a sentimentos de dor, baixa autoestima, desencanto, desesperança e culpa. Os sintomas também podem envolver distúrbios do sono e do apetite.

A doença é incapacitante e os quadros variam em relação à intensidade e duração. Eles podem ser classificados em três graus: leves, moderados e graves. Além disso, a depressão pode atingir pessoas de qualquer idade.

Devido às suas características, a depressão é considerada uma doença da alma. Nos casos mais graves, a pessoa pode acreditar que o próprio fim é a única forma de cessar a dor que a acomete.

Seguro de vida cobre depressão?

Algumas doenças geram dúvidas quando o assunto é a contratação do seguro de vida, que funciona como um serviço de proteção financeira. Ele é bastante útil para amparo familiar em casos de imprevistos, como morte ou acidente grave. 

Na prática, o seguro é garantido por um contrato firmado entre a seguradora e o cliente. Assim, a empresa fica responsável por pagar uma indenização caso ocorra alguma situação prevista pela cobertura contratada

Entre os fatores que devem ser definidos no momento da contratação estão: valor da apólice, beneficiários e em quais situações o montante é liberado. Isso porque pode existir um período de carência ou situações nas quais o seguro não cobre a causa da morte

Em caso de sinistro não coberto, a seguradora não pagará a indenização. Portanto, é comum buscar informações sobre a cobertura de determinadas doenças, como a depressão.

Sobre o assunto, uma das preocupações mais comuns se refere ao suicídio, ou a sua tentativa. Para fins de pagamento da indenização, ele será equiparado ao acidente pessoal, observada legislação em vigor. Contudo, há uma carência de dois anos a partir da contratação do seguro. 

Ou seja, os beneficiários não terão acesso ao valor da apólice de seguro se a situação ocorrer antes desse prazo. Logo, mesmo em mortes por suicídio, os beneficiários terão direito ao valor da apólice se a morte ocorrer após dois anos do seguro.

Como encontrar um seguro com essa cobertura?

Antes de contratar um seguro de vida com cobertura para depressão, é preciso encontrar uma boa seguradora. Para isso, saiba que você pode contar com a Azos. O processo de contratação é bastante simples e desburocratizado, pois não há exigência de exames médicos, por exemplo.

Além disso, você pode simular o contrato digitalmente ou contar com o melhor time de corretores do mercado para auxiliar na contratação. Dessa forma, é possível encontrar a cobertura ideal para as suas necessidades e possibilidades financeiras. 

Agora você sabe que a depressão é uma doença da alma que pode ser bastante grave. Se você pretende contratar um seguro de vida, é importante considerar as coberturas do produto e as carências aplicáveis para liberação da indenização.

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