A indenização do seguro de vida tem como principal objetivo proteger financeiramente as pessoas que você ama. Porém, quando se trata de uma criança ou menor, escolhê-lo como beneficiário pode resultar em uma série de empecilhos jurídicos. 

Ao escolher um beneficiário menor de idade, o seguro de vida pode ter a sua principal função adiada. Isso pode ocorrer porque sem um tutor ou guardião legal, o beneficiário não poderá fazer uso da indenização por anos ou até que complete a maioridade. 

Por isso, antes de indicar uma criança como beneficiária da sua apólice de seguro de vida, é melhor providenciar um guardião legal para protegê-la e representar os interesses dela perante a justiça e demais instituições, como bancos e escolas.

Dicas valiosas:

  • Menores de 18 anos só poderão fazer uso da indenização após atingirem a maioridade
  • Apesar de ultrapassada, a lei define que homens atingem a maioridade aos 18 anos completos, enquanto as mulheres apenas aos 21 anos completos.
  • Nomear um tutor ou guardião legal é uma forma de proteger o menor de qualquer abuso, fraude ou mau uso do dinheiro.

Continue conosco e saiba mais sobre beneficiários menores de 18 anos.

Posso nomear menores de idade como beneficiários?

Você pode, sim, nomear um beneficiário menor de idade. Mas, apesar de poder nomeá-lo beneficiário da sua apólice de seguro de vida, não é aconselhável fazê-lo sem a figura de um tutor ou guardião legal.

Quando uma criança é beneficiária, mesmo que ela receba a indenização, ela é impedida de realizar qualquer operação bancária relativa ao dinheiro do seguro – pelo menos até completar a maioridade. 

Essa proibição legal existe por questões de segurança da própria criança, como abusos, fraudes ou até mesmo o mau uso do dinheiro. 

Já que a principal razão – e, talvez, ela devesse ser a única – de investir no seguro de vida é garantir que seus entes queridos e as pessoas que dependam da sua renda possam continuar com os sonhos que vocês alimentaram durante a vida: 

  • uma educação de qualidade para seus filhos, 
  • quitar o financiamento da casa própria, 
  • e proteger o estilo de vida que vocês construíram juntos.

Por isso, quando o beneficiário for menor de idade é importante indicar um Guardião Legal por meio de procuração autenticada em cartório. O Guardião Legal deve ser um adulto de sua confiança para, sob procuração, representar legalmente os interesses e prezar pela segurança da criança. 

Veja a seguir as consequências provocadas por um beneficiário menor que não possui um guardião legal.

Quais as consequências caso eles precisem receber a cobertura enquanto menores? 

Se o menor não estiver sob a guarda de um Guardião Legal – para ser um guardião é necessário procuração assinada pelos pais ou responsáveis pela criança e autenticada em cartório –, ele ficará incapaz de realizar qualquer movimentação, saque, transferência, pagamento, débito ou investimento com o dinheiro recebido como indenização do seguro de vida.

Nessas circunstâncias, a apólice de seguro de vida acaba por ser impedida de funcionar dentro do seu principal objetivo, proteger financeiramente as…

  • as pessoas amadas, 
  • dependentes, 
  • pessoa jurídica (CNPJ), ou 
  • instituição que o segurado queira ajudar, mesmo ausente.

Para saber mais sobre as condições de um menor beneficiário, fale com um especialista Azos agora mesmo.

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Quais as alternativas para essa opção?

Se você for o contratante do seguro de vida, é importante indicar ao lado dos beneficiários da apólice o Guardião ou Tutor Legal. Além disso, é importante providenciar, ainda em vida, uma procuração assinada e autenticada em cartório, admitindo a pessoa adulta em questão como representante legal do menor.

Para garantir que seus beneficiários, especialmente aqueles menores de idade, recebam a indenização que você contratou para eles, o seguro Azos oferece também o recurso do Guardião.

Não é o mesmo que o Guardião Legal, mas é menos trabalhoso e burocrático e do que o Guardião ou Tutor Legal.

O recurso do Guardião do seguro para a sua vida é uma pessoa da sua confiança – familiar, amigo íntimo, sócio e etc – indicado como protetor da sua apólice de seguro.

O tutor ou guardião legal não tem, necessariamente, ciência da existência da apólice de seguro de vida que você contratou. Ou seja, mesmo que seu filho tenha um guardião legal, ele pode ficar sem receber a indenização por desconhecimento.

Muitas vezes, para não fazer alarde na família, as pessoas preferem manter segredo sobre a aquisição de uma apólice de seguro de vida. Porém, isso pode ser arriscado, pois a existência da indenização pode nunca chegar ao conhecimento das pessoas amadas e entes queridos. É aí que entra o Guardião do seguro Azos.

Como solicitar o pagamento da indenização e o aviso do sinistro é dever do segurado ou do beneficiário, o seguro de vida cai em esquecimento e o repasse nunca acontece, deixando as pessoas que você gostaria de proteger vulneráveis financeiramente.

Mas, não com o Guardião Azos, ao contar com esse recurso oferecido pelo seguro da sua vida, seus beneficiários receberão a indenização de uma forma ou de outra, e você conseguirá ajudá-los a realizar os sonhos que vocês construíram em vida, mesmo ausente.

Proteja os sonhos da sua família hoje, contrate o seguro de vida Azos para a sua vida!