Confira a matéria especial que A Folha de São Paulo fez contando mais sobre a nossa calculadora.

Diferente de outros mercados onde produtos são precificados de acordo com custo de produção ou com pagamento de patentes, as seguradoras precisam entender de estatística, dados históricos, e de perfil do cliente para, a partir de análises complexas, modelagem preditiva e cálculos atuariais, definir margens, prever o comportamento futuro, avaliar riscos e otimizar o preço para cada cliente.

Na Azos foi feito de forma diferente, ao invés de criar ferramentas apenas para o time de dados utilizar, decidimos abrir parte da ferramenta ao público. Não com o intuito de gerar pânico, e sim trazer informação de qualidade para quem tiver curiosidade em saber as principais causas de morte de acordo com a profissão.

Este estudo foi feito com base em 7,8 milhões de óbitos durante 2014 e 2019. Todos os óbitos reportados pelo governo brasileiro estão nesta base. Antes de apresentar o simulador pra vocês, vamos explicar como ele foi criado e como utilizá-lo. Acompanhe!

Como o gráfico de histórico de mortes por profissão foi construído?

Este estudo foi liderado por William Chung, nosso analista de dados. As informações coletadas abrangem pesquisas e informações dos anos de 2014 a 2019 e possuem mais de 7,8 milhões de entradas sobre óbitos registrados e ocorridos em solo brasileiro durante esse período. Essas informações variam desde local de nascimento da pessoa até o local onde o óbito foi registrado, passando por idade, causa da morte e etc.

As fontes consultadas precisavam ser fontes oficiais e o mais atualizadas possíveis. Para isso, a pesquisa abrangeu sites oficiais do governo federal, como o dados.gov.br e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE. 

Para sermos mais precisos, os dados iniciais, que cruzados resultam na nossa base de cálculo para risco, são os seguintes:

  • IBGE - onde conseguimos extrair a expectativa de vida de acordo com o ano vigente x gênero do óbito;
  • CID - que é a classificação internacional de doenças;
  • CBO - que é a classificação brasileira de ocupações.

É justamente a unificação de diversas bases de dados, o ajuste adequado e a utilização de ferramentas que facilitam a visualização desses dados que possibilita as insurtechs a precificarem seus seguros. 

Na maioria das seguradoras, justamente pelo não uso da tecnologia, o processo de aceitação de risco e emissão de apólice pode durar até 15 dias. 

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Qual o resultado final?

O que foi feito em nossa base de dados foi a estrutura do nosso big data, quer dizer, a compilação de um conjunto enorme de dados que precisam ser categorizados e analisados.

Big data sozinho não vale muito, é apenas muita informação junta. O que a gente oferece aqui é uma forma simples de mostrar e organizar essas informações para dados que façam sentido dentro da pesquisa e do cenário brasileiro.

As informações que coletamos dão inúmeras possibilidades. O gráfico a seguir é uma delas.

Como utilizar o simulador?

O simulador tem 3 campos para preenchimento: idade, sexo de nascimento e profissão. Todos devem ser preenchidos.

  • Idade: Você deve preencher aqui a idade que você gostaria de saber as informações de causas de morte e expectativa de vida.
  • Sexo: Em seguida, você pode escolher um sexo específico ou pode analisar ambos.
  • Profissão: No campo 3, você deve incluir uma profissão. Além de digitar, você deve clicar na profissão que você deseja obter os dados na lista que aparece abaixo do campo de texto.

Como interpretar o simulador

Depois de preencher os campos, o simulador retorna com duas informações:

A primeira é o de expectativa de vida de acordo com idade, sexo segundo o IBGE. No segundo campo, você deve encontrar a idade média de óbitos calculada de acordo com idade, sexo de nascimento e profissão de acordo com os dados que coletamos dos anos entre 2014 e 2019.

No campo de gráficos, você deve observar que os blocos de % por doença aparecem em comparativo. A comparação se dá da seguinte forma, (você deve colocar o mouse em cima dos blocos para ver a legenda):

  • O bloco verde escuro -  é a frequência -  ou (porcentagem de total de mortes de Brasileiros) -  do sexo e da idade e da profissão escolhida 
  • O verde claro que compara o grupo selecionado com as pessoas do mesmo sexo e idade do Brasil (levando em conta todas as profissões e pessoas).

Por exemplo, se buscarmos pelo perfil: 29 anos, homem e publicitário, teremos a expectativa de vida para o IBGE de 75,8 anos e a idade média de óbito de acordo com os dados de 2014 a 2019 é de 63,2 anos.

Além disso, observamos nos gráficos que as doenças que mais matam essas pessoas, são:

  • Infarto agudo, com 9,63% dos casos, sendo 8,24% a média do Brasil 
  • Pneumonia aparece sendo causa da morte de 3,1% desse perfil, sendo 3,71% a média nacional;
  • Neoplasia maligna dos brônquios ou pulmões (câncer de pulmão), com 3,4 % da causa de mortes do perfil, sendo 2,36% a média brasileira

A ideia é ter mais informações sobre a expectativa de vida e as causas mais comuns de morte na categoria da profissão. Você pode simular várias informações para entender melhor como funciona!

Existem outras informações e diversas novas possibilidades que serão trazidas pelo time de dados aqui para o blog da Azos.

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A calculadora funciona melhor quando acessada por um computador devido ao volume de dados processados


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